Lula e Flávio Bolsonaro já votaram e trocam críticas no dia decisivo do segundo turno

Por Redação 25/10/2026 10h10
Por Redação 25/10/2026 10h10
Lula e Flávio Bolsonaro já votaram e trocam críticas no dia decisivo do segundo turno
Flávio B e Lula votando - Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos à Presidência da República, já votaram na manhã deste domingo, 25, dia do segundo turno das eleições.

Lula compareceu às urnas na Escola Estadual João Firmino Correia de Araújo, localizada no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. O presidente chegou acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e de ministros.

Enquanto Flávio votou em um colégio no bairro de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio de Janeiro, acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro.

Os dois demonstraram confiança e aproveitaram as primeiras horas do dia decisivo para reforçar discursos e críticas contra os opositores.

Na entrada da escola, Lula foi recebido por eleitores e apoiadores. Também acompanharam o presidente integrantes de sua equipe e aliados políticos, entre eles Fernando Haddad, Alexandre Padilha, Simone Tebet, Marina Silva, Luiz Marinho, Paulo Pereira, Leonardo Barchini e Moisés Selerges.

Antes de chegar ao local de votação, Lula conversou com apoiadores e jornalistas ao deixar sua residência, no bairro de Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Lula afirmou que enfrenta nesta eleição um adversário que classificou como “mentira”, em referência a Flávio Bolsonaro. A declaração reforçou o clima de confronto político que marcou a campanha e ganhou ainda mais força na reta final do segundo turno.

Após votar, Flávio demonstrou confiança no resultado e reforçou o discurso de mudança adotado durante a campanha. “Chegou a hora da mudança de verdade”, afirmou o presidenciável.

Na saída do local de votação, o candidato fez uma avaliação positiva da campanha realizada no segundo turno. Flávio Bolsonaro também aproveitou o momento para criticar o governo Lula e associar seu discurso de mudança. “A esperança virou medo. Medo de andar na rua de noite, medo de ter o celular roubado, medo de ter a moto roubada, medo da geladeira vazia, medo inclusive de pagar as contas que estão atrasadas”, afirmou.