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Um real de pão.
Entre a inflação do pão e a desvalorização da infância, a conta que mais pesa não é a do cartão, é a que o tempo cobra sem parcelamento.
Ontem parei na padaria e comprei seis pães. Deu uns três ou quatro reais. Paguei no crédito e foi tudo tão automático que sequer analisei o peso daquilo. Não que seja um valor exorbitante, não que tenha feito um grande buraco no meu orçamento, mas aquele valor em uma pequena sacolinha de pão me fez, agora, refletir sobre o tempo e o quanto ele é cruel. Foram quatro pães franceses e dois doces, daqueles amarelinhos com côco por cima, uma delícia.Quando criança, minha mãe me...
Em um sábado qualquer, ele lembra que ainda está lá
Porque o luto não passa, ele se espalha. E, vez ou outra, corta.
São 18h15 de um sábado qualquer, e o mundo lá fora está em êxtase pelos dias de folia pré-Carnaval. Saio para comprar um remédio na farmácia do bairro, olho para o céu e o peito aperta; o coração se conecta com os mais profundos pensamentos. Uma lágrima teimosa quer sair, mas algo a prende. Dizem que o luto se parece com um monte de coisas: com areia da praia depois de um dia no mar ou como glitter depois de uma festa, quando, mesmo após dias...
Esperar: Entre o Relógio e a Fila
Em tom de crônica pessoal, o autor percorre a ansiedade do mundo acelerado, da Revolução Industrial ao caixa do supermercado, para lembrar que o tempo não é apenas medida, mas também travessia.
Esperar?Esperar é um dos verbos mais difíceis de conjugar na primeira pessoa do singular, pelo menos para mim. Trocadilhos à parte, a espera é uma arte que poucos dominam hoje em dia. Ah, internet, você me paga… Se não fosse tu, ó guru do século XXI, eu e todos os que compartilham desta geração seríamos bem mais pacientes.Fato curioso é que, após a Revolução Industrial inglesa do século XVIII, o relógio, criado para cronometrar a vida do indivíduo, tornou-se uma arma...
A voz que me criou sem nunca ter me visto.
Um relato íntimo sobre como a voz de Padre Zezinho atravessa gerações, constrói afetos e transforma a fé em herança viva.
Final de tarde. Programa histórico em Arapiraca. “Jesus te ama”. Jô e Arimateia falando sobre fé, amor, perdão e misericórdia. Ao final do programa, uma canção me levou às lágrimas. Horas depois, me peguei assistindo a um vídeo no Instagram dessa figura que tem todo o meu respeito e admiração: Padre Zezinho. Hoje, um senhorzinho de cabelos brancos e passos lentos. Outrora, um homem com a firmeza que a vida de um dos sacerdotes...
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