Operação Mute: Ação contra o crime organizado em AL apreende material ilícito em unidades prisionais

Por Redação, com Agência Alagoas 22/05/2026 10h10
Por Redação, com Agência Alagoas 22/05/2026 10h10
Operação Mute: Ação contra o crime organizado em AL apreende material ilícito em unidades prisionais
Operação Mute: ação contra o crime organizado em AL apreende material ilícito em unidades prisionais - Foto: Letícia Aguiar e Janaina Marques

A Polícia Penal de Alagoas participa da 11ª fase da Operação Mute, realizada simultaneamente em 15 estados, com foco no combate à comunicação do crime organizado em presídios. É uma ação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).

A operação contou com a atuação integrada do Grupamento de Escolta, Remoção e Intervenção Tática (GERIT) e do Grupamento Tático do Interior (GTI).

As equipes que participaram das ações informaram sobre a apreensão nas celas dos presos de aparelhos celulares, carregadores, chips, instrumentos perfurantes artesanais, anotações diversas, fones e quantidade de substância análoga à droga. 

A meta das buscas nas unidades prisionais, em dois presídios da capital alagoana e um no Agreste, é, principalmente, retirar aparelhos celulares e outros itens proibidos, interrompendo comunicações ilícitas.

“Essa semana, estamos realizando a 11ª fase da Operação Mute, de nível nacional, que tem a participação da Polícia Penal de Alagoas e a Penal Federal. É uma ação com foco em desarticular qualquer forma de comunicação dos detentos com o mundo exterior, trazendo reduções nos índices de CVLI (Crimes Violentos Letais Intencionais) e mais paz para toda a sociedade alagoana”, diz o policial penal Carlos Voss, secretário executivo de Gestão Penitenciária da Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris).

Desde o início da Operação Mute, em 2023, já foram retirados mais de 7,9 mil aparelhos celulares de unidades prisionais em todo o Brasil. Além da apreensão de eletrônicos, as ações combatem diversos ilícitos dentro dos estabelecimentos penais, fortalecendo o controle estatal e enfraquecendo a atuação de organizações criminosas.