Redução da vazão do São Francisco é prorrogada e preocupa alagoanos

A Agência Nacional de Águas (ANA) prorrogou por mais um mês a redução temporária da descarga mínima de água dos afluentes dos reservatórios do Rio São Francisco, preocupando ainda mais os ribeirinhos que vivem na região do Baixo São Francisco alagoano. A resolução, que amplia o prazo de redução de vazão até 28 de fevereiro, podendo ainda ser prorrogado por mais tempo, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da segunda-feira (02).
Segundo o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, a situação hídrica do rio São Francisco, é dramática e pode ficar ainda pior prejudicando mais ainda os ribeirinhos da região do Baixo.
“A vazão do rio está reduzida desde abril de 2013. Este é o período mais longo de redução onde a vazão não passa de 1.100 metros cúbicos por segundo. Fato que prejudica da navegação à pesca. No entanto, o mais grave é que Chesf quer reduzir ainda mais a vazão de 1.100 para apenas 900 metros cúbicos; algo que é extremamente prejudicial para a realidade sócio-ambiental”, diz Miranda.
Outra grande preocupação do presidente da CBHSF, é diante do comportamento do clima que não apresenta expectativa de chuvas para as cabeceiras do rio, agravando a cada dia a situação hídrica. “O ano de 2015 já mostra que será difícil tanto para geração de energia como para o uso das águas do rio. No entanto, é necessário um equilíbrio das partes e transparência na política de uso do São Francisco para que ônus não recaia apenas nos mais fracos, na população. É necessário que o setor energético busque soluções que não dependam exclusivamente das águas do rio”, completou Anivaldo Miranda.
Segundo o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, a situação hídrica do rio São Francisco, é dramática e pode ficar ainda pior prejudicando mais ainda os ribeirinhos da região do Baixo.
“A vazão do rio está reduzida desde abril de 2013. Este é o período mais longo de redução onde a vazão não passa de 1.100 metros cúbicos por segundo. Fato que prejudica da navegação à pesca. No entanto, o mais grave é que Chesf quer reduzir ainda mais a vazão de 1.100 para apenas 900 metros cúbicos; algo que é extremamente prejudicial para a realidade sócio-ambiental”, diz Miranda.
Outra grande preocupação do presidente da CBHSF, é diante do comportamento do clima que não apresenta expectativa de chuvas para as cabeceiras do rio, agravando a cada dia a situação hídrica. “O ano de 2015 já mostra que será difícil tanto para geração de energia como para o uso das águas do rio. No entanto, é necessário um equilíbrio das partes e transparência na política de uso do São Francisco para que ônus não recaia apenas nos mais fracos, na população. É necessário que o setor energético busque soluções que não dependam exclusivamente das águas do rio”, completou Anivaldo Miranda.
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