Fiscalização em 11 cidades de AL autua estabelecimentos e identifica pessoas atuando ilegalmente como profissionais de Educação Física

Por Redação 10/06/2026 10h10 - Atualizado em 10/06/2026 10h10
Por Redação 10/06/2026 10h10 Atualizado em 10/06/2026 10h10
Fiscalização em 11 cidades de AL autua estabelecimentos e identifica pessoas atuando ilegalmente como profissionais de Educação Física
Fiscalização do Conselho Regional de Educação Física da 19ª Região - Foto: Cortesia

O Conselho Regional de Educação Física da 19ª Região (CREF19/AL) autuou 13 estabelecimentos e identificou pessoas exercendo ilegalmente a profissão durante uma ação de fiscalização realizada em 11 cidades alagoanas no mês de maio. 

De acordo com o CREF19/AL, as equipes visitaram academias, centros de treinamento, escolas da rede privada, secretarias municipais e um clube privado, além de atividades em praça pública. 

A fiscalização esteve em 45 locais em Palmeira dos Índios, 6 em Igaci, 5 em Estrela de Alagoas, 4 em Tanque D'Arca, 4 em Maribondo, 3 em Quebrangulo, 3 em Paulo Jacinto, 2 em Mar Vermelho, 2 em Belém, 2 em Minador do Negrão e 1 em Atalaia. 

Ao todo, houve o registro de 13 autos de infração para pessoas jurídicas, 12 autos de infração para pessoas físicas, 14 notificações por exercício ilegal da profissão, 69 orientações e 10 ofícios destinados a instituições públicas.

"Os 13 estabelecimentos foram atuados por permitirem a atuação de pessoas sem registro profissional como Personal Trainer ou Instrutores sem o devido registro profissional junto ao CREF19/AL, condição obrigatória para o exercício legal da profissão", destacou o Conselho.

O único documento que habilita legalmente quem atua na área é o registro profissional emitido pelo Sistema CONFEF/CREFs. Segundo o Departamento de Fiscalização do CREF19/AL, os responsáveis pelos estabelecimentos devem verificar se os funcionários estão em situação regular. 

"A legislação prevê responsabilização administrativa para os estabelecimentos que permitirem ou forem coniventes com o exercício ilegal da profissão, incluindo a aplicação de multas e outras sanções cabíveis".