Produção de arroz tem perspectivas positivas no Baixo São Francisco alagoano
A atuação do Governo de Alagoas no Baixo São Francisco tem apresentado resultados positivos na produção de arroz. Através do programa Alagoas Mais Arroz, executado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagri), os produtores locais recebem capacitação e orientação sobre manejos produtivos que oportunizam aumento na rentabilidade, fortalecendo a rizicultura no estado.
Desde 2024, mais de 100 produtores e técnicos que atuam em Igreja Nova, Porto Real do Colégio, Penedo, Piaçabuçu e municípios do Baixo São Francisco de Sergipe foram beneficiados com treinamentos para promover a transferência de tecnologias de produção nos sistemas de cultivo de arroz. A iniciativa conta com a parceria da Embrapa Arroz e Feijão (GO) e da Prefeitura de Igreja Nova.
“Esse é o nosso segundo ano com o programa, que integra o Planta Alagoas, e colhemos bons frutos desde o primeiro momento. Começamos garantindo a semente de arroz, num primeiro momento, mas agora estamos garantindo assistência técnica com a Embrapa Arroz e Feijão, com uma formação completa dos agricultores. E temos resultados que são modelo para todo o Brasil”, destacou o secretário executivo de Agricultura Familiar, Ronaldo Targino.
Em Igreja Nova, Eriosvaldo planta arroz há 50 anos, e após participar dos treinamentos conseguiu aumentar em 60% a produção de arroz na sua propriedade. “Na realidade, eu vim aprender o manejo do arroz agora. Isso foi graças aos ensinamentos. Tudo mudou! Só tenho a agradecer ao Governo de Alagoas que está fazendo a gente aumentar nossa produção”, declarou o produtor.
Além das capacitações, foram implantadas Unidades Demonstrativas para avaliar cultivares com potencial de adaptação ao estado. Na última quarta-feira, 11, foi realizada a colheita das parcelas das cultivares de cinco materiais genéticos de arroz irrigado com potencial produtivo para o estado de Alagoas. As variedades atingiram aproximadamente 13 toneladas/hectare de arroz em casca, limpo e seco, superando a expectativa inicial dos pesquisadores da Embrapa Arroz e Feijão e também a média da produtividade da região, que é 9 toneladas/hectare.
“Ano passado tivemos uma experiência muito boa ao fazer a área demonstrativa para potencializar o máximo da produtividade e tivemos um material que bateu um recorde para a Embrapa [16 ton/hec] de tudo o que já vimos nas regiões do Brasil. Esse ano, tivemos a proposta de aumentar a rentabilidade do produtor, pensando no preço do arroz que teve uma redução no mercado. Queremos que eles entendam o mercado e comecem a produzir ou maximizando a produtividade ou avaliando a rentabilidade da produção”, explicou o pesquisador da Embrapa José Colombari.
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