Mortos em confronto com a PM, ligados ao assassinato de supervisor do CRB, tem identidades reveladas pelo IML
Segundo a polícia, trio morto em troca de tiros com a Rotam teria participação direta no assassinato de Johanisson Lima, de 33 anos
O Instituto Médico Legal (IML) confirmou nesta segunda-feira, 26, a identidade dos três suspeitos mortos durante um confronto com a Polícia Militar, em Maceió. De acordo com a investigação da Polícia Civil, eles teriam envolvimento direto no assassinato de Johanisson Lima, de 33 anos, supervisor das categorias de base do CRB.
As vítimas foram identificadas como Raul Silva de Melo, José Cícero Aprígio da Silva e Ana Tássia da Silva Santos. Todos morreram em decorrência de disparos de arma de fogo, com lesões perfuro-contundentes, após serem socorridos para o Hospital Geral do Estado (HGE), no bairro do Trapiche da Barra, na capital.
Raul Silva de Melo, de 27 anos, e José Cícero Aprígio da Silva, também de 27, deram entrada no IML às 9h29 deste sábado. Ambos eram solteiros e não tiveram profissão informada. A terceira vítima, Ana Tássia da Silva Santos, de 28 anos, igualmente solteira, morreu nas mesmas circunstâncias e horário. Segundo o IML, os três corpos foram encaminhados pela unidade de saúde após o confronto com policiais da Rotam.
Sobre o caso
De acordo com a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o trio integrava o grupo contratado para executar Johanisson Lima. A delegada Tacyane Ribeiro explicou que a polícia chegou aos suspeitos após identificar a motocicleta utilizada para dar fuga ao atirador no dia do crime. O mandante do homicídio, identificado apenas como Ruan, segue foragido, mas deve se apresentar à Justiça nesta semana.
As investigações descartaram a hipótese de latrocínio. Segundo a polícia, o crime teve motivação passional. Ruan teria se relacionado com a esposa da vítima durante um período de separação do casal, mas não aceitou o fim do relacionamento quando ela decidiu reatar com Johanisson, o que teria motivado o assassinato.
Ainda conforme a DHPP, o plano criminoso começou a ser articulado em dezembro do ano passado. Ruan teria contratado um homem identificado como Simeone, apontado como piloto da motocicleta da fuga, pelo valor de R$ 10 mil. Os três mortos no confronto teriam sido contratados apenas para executar o crime e não possuíam vínculo prévio com a vítima.
Durante a ação policial no bairro do Clima Bom, onde ocorreu o confronto, os militares apreenderam uma pistola e dois revólveres. A Polícia Científica irá analisar se as armas foram utilizadas em outros crimes registrados no interior de Alagoas.
As investigações continuam para localizar o mandante e esclarecer todos os detalhes da execução que resultou na morte do supervisor das categorias de base do CRB.
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