Antes de show no Verão Massayó 2026, João Gomes se emociona ao receber camisa que Kara Veia usou em gravação de DVD

Por Redação com Gazetaweb 11/01/2026 16h04
Por Redação com Gazetaweb 11/01/2026 16h04
Antes de show no Verão Massayó 2026, João Gomes se emociona ao receber camisa que Kara Veia usou em gravação de DVD
Filhas de Kara Veia com Jota Pê, Mestrinho e João Gomes - Foto: Redes Sociais João Gomes

Momentos antes de subir ao palco no Verão Massayó 2026, no sábado, 10, no bairro histórico de Jaraguá, em Maceió, o cantor João Gomes viveu um dos instantes mais emocionantes de sua carreira. O artista foi surpreendido pelas cinco filhas do cantor alagoano, da cidade de Chã Preta, Kara Veia, que entregaram a ele a camisa azul usada pelo pai durante suas apresentações - na gravação do DVD de Kara Veia.

Ao receber o presente, João Gomes não conteve as lágrimas. Emocionada, uma das filhas de Kara Veia destacou a importância do momento: “Estamos muito honradas de estar aqui hoje. É um presente especialíssimo, é único”.

O cantor, que estava também ao lado de Mestrinho e Jota Pê, reagiu com emoção: “Isso era dele, velho. Fico arrepiado”.

Ao final da homenagem, uma das filhas de Kara Veia ressaltou que a entrega da camisa foi apenas uma pequena demonstração do carinho e da admiração que ela e toda a equipe têm por João Gomes, selando um encontro simbólico entre passado, presente e futuro da música nordestina.

A surpresa aconteceu durante os preparativos para o show gratuito do projeto Dominguinho, liderado por João Gomes, Mestrinho e Jota Pê, que vem ganhando destaque nacional por valorizar a música nordestina e resgatar tradições do interior. O projeto inclui, inclusive, a regravação de um clássico de Kara Veia, a música "Flor de Flamboyant.

Durante a apresentação da música, João Gomes prestou uma homenagem ao artista alagoano, falecido em 2004: “Aqui em Alagoas tem um rei, se chama Kara Veia”, afirmou o artista, e destacou que quando era mais jovem e viajava para longe com o tio, a música de Kara Veia o aproximava de casa.

“Assim como Kara Veia, muitos meninos do Nordeste veem na sanfona uma promessa de futuro. Eu desejo um caminho em que essas referências não precisem ser abandonadas para que se sonhe alto”, disse ele em entrevista.