Mulheres em vulnerabilidade social recebem capacitação profissional gratuita
Institutos federais vinculados ao Ministério da Educação (MEC) vão oferecer cerca de 5,4 mil vagas em cursos de formação profissional para mulheres em situação de vulnerabilidade social. As aulas serão ministradas nos próprios institutos, de acordo com as necessidades educacionais e econômicas de cada região.
De início, quatro estados brasileiros de três regiões do país vão ser contemplados: Amapá e Rondônia (Norte), Maranhão (Nordeste) e Minas Gerais (Sudeste). A expectativa do MEC é expandir os cursos para outras regiões do Brasil.
A previsão de início das aulas é para o mês de março, finalizando até a primeira quinzena de maio. As formações fazem parte do Programa Nacional Mulheres Mil, que desde 2011, ano de sua instituição, tem resultados positivos gerados por uma iniciativa piloto criada em 2007 pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC).
O programa objetiva promover a formação profissional e tecnológica, atuando para garantir o acesso à educação a mulheres em vulnerabilidade, de acordo com as necessidades educacionais e econômicas de cada comunidade.
Lista de cursos
No Instituto Federal do Amapá (IFAP), serão disponibilizadas 520 vagas para mulheres ribeirinhas, negras, quilombolas e indígenas. A instituição também planeja, a médio prazo, promover cursos de:
- Microempreendedora individual;
- Operadora de resíduos sólidos;
- Promotora de vendas;
- Operadora de máquinas e resíduos agrícolas.
No Instituto Federal de Rondônia (IFRO) serão oferecidas 600 vagas para os cursos de:
- Cuidadora infantil;
- Cuidadora de idosos;
- Padeira;
- Esteticista facial;
- Maquiadora;
- Operadora de processamento de pescado.
Já o Instituto Federal do Sul de Minas vai disponibilizar 1.800 vagas para cursos de:
- Copeira;
- Costureira;
- Cuidadora de idosos;
- Depiladora;
- Garçonete;
- Informática.
No Maranhão, o IFMA está com 2.490 vagas para os cursos de:
- Auxiliar administrativo;
- Operadora de pescado;
- Balconista de farmácia;
- Dentre outras opções.
De início, quatro estados brasileiros de três regiões do país vão ser contemplados: Amapá e Rondônia (Norte), Maranhão (Nordeste) e Minas Gerais (Sudeste). A expectativa do MEC é expandir os cursos para outras regiões do Brasil.
A previsão de início das aulas é para o mês de março, finalizando até a primeira quinzena de maio. As formações fazem parte do Programa Nacional Mulheres Mil, que desde 2011, ano de sua instituição, tem resultados positivos gerados por uma iniciativa piloto criada em 2007 pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC).
O programa objetiva promover a formação profissional e tecnológica, atuando para garantir o acesso à educação a mulheres em vulnerabilidade, de acordo com as necessidades educacionais e econômicas de cada comunidade.
Lista de cursos
No Instituto Federal do Amapá (IFAP), serão disponibilizadas 520 vagas para mulheres ribeirinhas, negras, quilombolas e indígenas. A instituição também planeja, a médio prazo, promover cursos de:
- Microempreendedora individual;
- Operadora de resíduos sólidos;
- Promotora de vendas;
- Operadora de máquinas e resíduos agrícolas.
No Instituto Federal de Rondônia (IFRO) serão oferecidas 600 vagas para os cursos de:
- Cuidadora infantil;
- Cuidadora de idosos;
- Padeira;
- Esteticista facial;
- Maquiadora;
- Operadora de processamento de pescado.
Já o Instituto Federal do Sul de Minas vai disponibilizar 1.800 vagas para cursos de:
- Copeira;
- Costureira;
- Cuidadora de idosos;
- Depiladora;
- Garçonete;
- Informática.
No Maranhão, o IFMA está com 2.490 vagas para os cursos de:
- Auxiliar administrativo;
- Operadora de pescado;
- Balconista de farmácia;
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