Missão da Nasa vai estudar o Sol

A agência espacial norte-americana, Nasa, vai lançar no final deste mês uma missão para estudar o Sol. Batizada de Iris (do inglês, Interface Region Imaging Spectrograph), a missão vai fornecer informações sobre uma região enigmática da atmosfera solar, chamada de interface. O lançamento está previsto para o dia 26 de junho, da Base Aérea de Vandenberg, na Califórnia.
Segundo a Nasa, a região de interface é bastante quente e relativamente fina – para parâmetros espaciais, com 3 mil a 6 mil quilômetros de espessura. O estudo vai compreender de que maneira a energia que aquece a camada superior da atmosfera solar (coroa) chega até lá. A temperatura na interface é quase 1 milhão de graus Celsius, cerca de mil vezes mais do que a da coroa.
Cientistas querem entender porque essa energia tem efeito sobre diversos aspectos do espaço próximo à Terra. Informações da Nasa apontam que, por um lado, apesar da intensa quantidade de energia depositada na região de interface, apenas uma fração ultrapassa as camadas superiores, mas é capaz de impulsionar o vento solar. A região de interface também é a maior fonte de emissão de raios ultravioleta do Sol, que afetam tanto o ambiente do espaço próximo à Terra, quanto o clima do nosso planeta.
A partir de imagens de alta resolução, a missão Iris vai capturar dados em cerca de 1% do Sol ao mesmo tempo. O uso de computação avançada vai ajudar a Nasa a interpretar o que for capturado. De acordo com a agência norte-americana, a leitura dessas informações não poderia ser feita antes do advento dos supercomputadores pela dificuldade em entender o percurso que a energia percorre.
A missão será lançada pelo foguete Pegasus 40 e vai viajar ao redor da Terra na trajetória do nascer do Sol, a cerca de 627 quilômetros acima da superfície da Terra. Essa órbita foi escolhida porque fornece quase oito meses de visão livre do Sol e maximiza a capacidade da Iris para transmitir os dados.
Segundo a Nasa, a região de interface é bastante quente e relativamente fina – para parâmetros espaciais, com 3 mil a 6 mil quilômetros de espessura. O estudo vai compreender de que maneira a energia que aquece a camada superior da atmosfera solar (coroa) chega até lá. A temperatura na interface é quase 1 milhão de graus Celsius, cerca de mil vezes mais do que a da coroa.
Cientistas querem entender porque essa energia tem efeito sobre diversos aspectos do espaço próximo à Terra. Informações da Nasa apontam que, por um lado, apesar da intensa quantidade de energia depositada na região de interface, apenas uma fração ultrapassa as camadas superiores, mas é capaz de impulsionar o vento solar. A região de interface também é a maior fonte de emissão de raios ultravioleta do Sol, que afetam tanto o ambiente do espaço próximo à Terra, quanto o clima do nosso planeta.
A partir de imagens de alta resolução, a missão Iris vai capturar dados em cerca de 1% do Sol ao mesmo tempo. O uso de computação avançada vai ajudar a Nasa a interpretar o que for capturado. De acordo com a agência norte-americana, a leitura dessas informações não poderia ser feita antes do advento dos supercomputadores pela dificuldade em entender o percurso que a energia percorre.
A missão será lançada pelo foguete Pegasus 40 e vai viajar ao redor da Terra na trajetória do nascer do Sol, a cerca de 627 quilômetros acima da superfície da Terra. Essa órbita foi escolhida porque fornece quase oito meses de visão livre do Sol e maximiza a capacidade da Iris para transmitir os dados.
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