Mulher grávida de três meses e filho de 4 anos são encontrados mortos e carbonizados após ataque criminoso no Maranhão

Por Redação 12/07/2026 10h10
Por Redação 12/07/2026 10h10
Mulher grávida de três meses e filho de 4 anos são encontrados mortos e carbonizados após ataque criminoso no Maranhão
Crime no Maranhão - Foto: Reprodução

Uma mulher grávida de três meses e o filho dela, de apenas 4 anos, foram encontrados mortos e carbonizados dentro de uma residência incendiada na zona rural de São João Batista, no Maranhão. O crime ocorreu após um grupo de homens armados invadir o imóvel, efetuar diversos disparos e atear fogo na casa. A Polícia Civil investiga o caso.

As vítimas foram identificadas como Samira Costa Correia e Yan Kaleb Costa Santos. De acordo com testemunhas, cerca de 15 criminosos invadiram três residências pertencentes à mesma família. Apenas uma delas estava ocupada no momento da ação, justamente onde mãe e filho estavam.

A Polícia Militar do Maranhão foi acionada após o Hospital Municipal receber informações de moradores sobre o incêndio. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram os corpos das vítimas completamente carbonizados.

Durante a perícia, foram recolhidos aproximadamente 100 estojos de munições deflagradas de calibres 9 mm, .38, .40 e calibre 12. Testemunhas relataram que, antes de incendiarem a residência, os criminosos efetuaram vários disparos dentro do imóvel, roubaram televisores e outros objetos e, em seguida, fugiram a pé.

As circunstâncias exatas das mortes ainda serão esclarecidas. Exames periciais irão determinar se Samira e o filho morreram em decorrência dos disparos ou por causa do incêndio.

Familiares informaram que Josef Abreu Santos, companheiro de Samira e pai da criança, foi visto na residência pouco antes do ataque, mas não foi localizado desde então.

Segundo relatos prestados à polícia, Josef teria ligação com um grupo criminoso e o atentado pode ter sido motivado por uma disputa entre facções rivais. A informação, no entanto, ainda não foi confirmada oficialmente e faz parte das linhas de investigação da Polícia Civil.

A área foi isolada para os trabalhos da perícia, enquanto equipes das polícias Militar e Civil realizaram buscas na região. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.