DMTT Reverte Mudança no Trânsito do Jacintinho Após Aumento no Tempo de Deslocamento

Por Bruno Rafael 15/04/2026 19h07 - Atualizado em 15/04/2026 20h08
Por Bruno Rafael 15/04/2026 19h07 Atualizado em 15/04/2026 20h08
DMTT Reverte Mudança no Trânsito do Jacintinho Após Aumento no Tempo de Deslocamento
DMTT Reverte Mudança no Trânsito do Jacintinho Após Aumento no Tempo de Deslocamento. - Foto: Reprodução

O Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) decidiu voltar atrás e reverter a mudança no trânsito implantada no cruzamento da Rua Cleto Campelo com a Avenida Leste-Oeste, no bairro do Jacintinho. 

A decisão foi tomada após monitoramento dos primeiros dias da intervenção. Segundo o órgão, a alteração aumentou o tempo de deslocamento dos veículos e provocou atrasos nas viagens de ônibus que passam pela região.

As análises técnicas foram feitas pela equipe de engenharia do DMTT com apoio de uma consultoria externa. Com base nos dados, o órgão optou por retomar o modelo anterior de circulação.

A execução dos serviços de reversão depende das condições climáticas, já que a nova sinalização no asfalto exige tempo estável para aplicação.

O DMTT informou que mantém avaliação contínua das mudanças no trânsito e pode fazer ajustes sempre que necessário. Agentes de trânsito seguem no local para organizar o fluxo e garantir a segurança até a conclusão dos trabalhos.

Como funcionava o “diamante invertido” 

A principal alteração implantada foi um pequeno trecho com mão invertida sob o viaduto. Na prática, motoristas que trafegavam pela Rua Cleto Campelo, nos dois sentidos, entravam nesse trecho invertido para atravessar o cruzamento ou acessar as alças da Avenida Leste-Oeste. 

O objetivo do formato, chamado de “diamante invertido”, era evitar que conversões à esquerda entrassem em conflito com veículos no sentido oposto. De acordo com o DMTT, a medida buscava eliminar cruzamentos considerados perigosos e reduzir o risco de acidentes.

Com a reversão, o cruzamento volta a operar no formato anterior enquanto o órgão estuda novas alternativas para a mobilidade na área.