Criminosos fingem ser policiais e matam homem a tiros em terreno, em Arapiraca

Por Redação 27/01/2026 07h07 - Atualizado em 27/01/2026 09h09
Por Redação 27/01/2026 07h07 Atualizado em 27/01/2026 09h09
Criminosos fingem ser policiais e matam homem a tiros em terreno, em Arapiraca
Homem foi assassinado - Foto: Reprodução

Criminosos que fingiram ser policiais mataram um homem a tiros em um terreno no bairro Bom Sucesso, em Arapiraca, na noite da segunda-feira (26). 

Policiais militares do 3° Batalhão estavam em patrulhamento quando foram acionados para verificar uma situação de disparo de arma de fogo na Rua Estudante Renato H. dos Santos Silva por volta das 21h50.

No local, os militares se depararam com um homem de 29 anos despido e sem vida no terreno por trás de sua residência. A esposa da vítima disse que estava deitada com o companheiro quando os autores invadiram a casa e alegaram que eram policiais. 

Nesse momento, eles atingiram a vítima com dois disparos de arma de fogo. O homem conseguiu correr até o terreno por trás da residência e caiu de bruços, sendo atingido por mais três ou quatro tiros. 

"Ao ser questionada sobre alguma informação que levasse aos autores a mesma alegou que sabia quem eram os dois. Informou que eram dois indivíduos de nomes Fabiano e José, os quais residem no bairro Manoel Teles, irmãos de um indivíduo conhecido como mudo, não soube informar qual a casa e nem a rua", diz relatório do 3° Batalhão. 

Ao ser questionada se seu esposo teria alguma desavença com os autores ela alegou que há duas semanas quando retornava da igreja com seu esposo, o Indivíduo conhecido como mudo o qual costumava fazer uso de drogas com seu esposo, teria jogado pedras atingindo ele na perna. Diante da situação seu cônjuge junto de seu pai foram até a casa dele na intenção de se vingar, porém não conseguiram localizá-lo. Ao dialogar com o pai da vítima o mesmo afirmou todas as informações passadas pela esposa do seu filho", completa.

Uma equipe do Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo e o caso será investigado pela Polícia Civil. O Instituto de Criminalística (IC) também esteve presente.