Semu inicia Percurso Formativo Territorial do Alagoas Lilás em Delmiro Gouveia
A Secretaria de Estado das Mulheres de Alagoas (Semu) promove, nos dias 22 e 23 de janeiro, o Percurso Formativo Territorial. A primeira edição do ano será, na Escola Estadual Watson de Gusmão, no município de Delmiro Gouveia, no Sertão.
A iniciativa desenvolvida em parceria com o Instituto Natura amplia o alcance das políticas públicas, com uma atuação permanente, integrada e mais próxima da realidade de cada município.
O Percurso Formativo Territorial propõe um espaço de qualificação técnica, alinhamento institucional e construção coletiva, reunindo profissionais e representantes de serviços que atuam diretamente na proteção e garantia de direitos das mulheres.
Para a secretária de Estado das Mulheres de Alagoas (Semu), Marília Albuquerque, o Percurso representa um avanço importante na interiorização das políticas públicas e na consolidação de uma rede mais preparada e integrada em todo o estado.
“É um movimento de fortalecimento real da rede. A Semu está indo até os municípios para construir, junto com os profissionais do território, caminhos mais rápidos, humanos e eficientes para a proteção das mulheres”, destacou a secretária.
Ao longo dos dois dias de programação, a formação aborda temas fundamentais para o enfrentamento à violência de gênero e o aprimoramento da resposta institucional no município. Um dos temas a serem discutidos é a rota crítica das mulheres em situação de violência e procedimentos que possam evitar a revitimização institucional, fortalecendo práticas mais acolhedoras e efetivas.
Alagoas Lilás
A política Alagoas Lilás é uma iniciativa do Governo de Alagoas pioneira no país, que estabelece uma atuação permanente, contínua e estruturada para o enfrentamento à violência contra as mulheres em todo o estado.
Diferente de ações pontuais, o Alagoas Lilás funciona como uma política pública que organiza e fortalece a rede de proteção, garantindo que os municípios tenham apoio técnico, formação e articulação para oferecer atendimento mais eficiente, humanizado e integrado às mulheres.
O objetivo é fazer com que os serviços conversem entre si, que os fluxos de atendimento funcionem na prática e que nenhuma mulher fique sem acolhimento por falta de orientação, encaminhamento ou estrutura no território.
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