Suspeito de matar mulher no Bosque das Arapiracas já havia sido preso por estupro e roubo

Por Redação 10/01/2026 09h09
Por Redação 10/01/2026 09h09
Suspeito de matar mulher no Bosque das Arapiracas já havia sido preso por estupro e roubo
Homem foi preso por estupro e assassinato no Bosque das Arapiracas - Foto: Reprodução

A Polícia Civil informou, na última sexta-feira, 09, que o homem suspeito de assassinar Cícera Laura da Silva, no Bosque das Arapiracas, em Arapiraca, no Agreste do estado, já possuia uma extensa ficha criminal. Segundo as investigações, ele já responde por crimes graves, como estupro de vulnerável, além de furto e roubo.

Não foram divulgados os locais nem as datas em que esses crimes anteriores teriam ocorrido. Ainda assim, foi confirmado que o homem possui um mandado de prisão em aberto, que corre sob sigilo judicial.

Natural de Marau, no Rio Grande do Sul, e morador de Arapiraca, o suspeito tem 37 anos e teve a prisão mantida após audiência de custódia realizada na sexta-feira, 09. Ele foi preso na quarta-feira, 07, após ser apontado como o homem que assassinou Cícera Laura, que estava desaparecida desde o último domingo, quando saiu para fazer caminhada no Bosque das Arapiracas.

O corpo de Cícera Laura da Silva foi encontrado na última terça-feira, 06, no Bosque das Arapiracas, em estado de decomposição. A vítima estava seminua, de bruços e sem a parte de baixo das roupas. Militares que atenderam a ocorrência levantaram a suspeita de que a mulher tenha sido estuprada antes de ser morta.

O suspeito foi localizado enquanto trabalhava em uma serralharia no bairro Alto do Cruzeiro. Durante diligências na residência dele, os policiais encontraram as roupas que teriam sido usadas no momento do crime. Conforme a polícia, o homem confessou o assassinato durante o interrogatório.

Além do homicídio, outras duas mulheres procuraram a delegacia para registrar boletins de ocorrência contra o suspeito por importunação sexual. Até o momento, não há informações oficiais sobre quando e onde esses episódios teriam acontecido, mas os relatos passam a integrar o inquérito policial.