IML de Arapiraca inaugura extensão no HE do Agreste para atender vítimas de violência sexual

Para ampliar a rede de atendimento humanizado ofertado pela Polícia Científica de Alagoas, o Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca inaugura, nesta terça-feira (1º), uma extensão na Unidade de Emergência Dr. Daniel Houly, no bairro Senador Arnon de Melo, visando atender vítimas de violência sexual. O espaço contará com quatro peritos médicos legistas e três técnicas forenses que irão se revezar em uma escala para realizar os exames que podem comprovar crimes de abuso sexual.
De acordo com o chefe especial do IML de Arapiraca, perito médico legista Silvio Nunes, a instalação da sala faz parte das ações de ampliação dos serviços multidisciplinares que serão oferecidos pela Rede de Atendimento às Vítimas de Violência Sexual (RAVVS) no hospital. Silvio Nunes ressaltou também que a extensão oferecerá às vítimas acompanhamento de psicólogos, assistentes sociais, e ginecologistas.
“A ideia da extensão é garantir às vítimas de violência sexual um atendimento mais rápido e humanizado no mesmo local, já que após o exame do IML, ela irá realizar todo o protocolo de atendimento da RAVVS no hospital”, destacou Silvio Nunes.
Inicialmente, as equipes do IML de Arapiraca irão atuar no local todos os domingos, segundas, terças e sextas-feiras. Nas quartas, quintas-feiras e sábados, os exames ainda serão realizados na sede do IML de Arapiraca, até a conclusão do concurso público que irá nomear novos peritos médicos e técnicos forenses.
Polícia Científica e Ravs
Segundo o perito-geral da Polícia Cientifica Manoel Melo Filho, a parceria com a RAVVS começou em 2019 com a implantação de um consultório do IML de Maceió na Área Lilás do Hospital da Mulher para exames de estupro em crianças e mulheres vítimas de violência física e sexual. No início deste ano, essa parceria foi fortalecida com a ampliação de tipos de exames que são realizados no Laboratório Forense do Instituto de Criminalística.
“Importante atuação da Polícia Científica do Estado de Alagoas, que além de ocupar os espaços que são seus, mostra à população do Agreste e Sertão, a preocupação que nossos profissionais têm em acolher essa mulher vítima desse tipo de violência, bem como de ajudar a debelar essa chaga que ainda aflige nossa sociedade.” Afirmou Manoel Melo.
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