Malvino Salvador defende Bolsonaro e critica jornalismo da Globo

Após votar em Jair Messias Bolsonaro (PL) em 2019, Malvino Salvador afirmou que votará novamente no político. Para o ator, o presidente "tem boas intenções" e foi massacrado pela imprensa, especialmente pela Globo.
"Bolsonaro tem boas intenções, mas faz algumas escolhas erradas, principalmente na forma de se comunicar. Nem todo governo é sempre assertivo ou errado, mas eu encaro ele [Bolsonaro] com boas intenções. Acho que ele está sendo massacrado pela mídia de uma forma desonesta. Deveria ter espaço pra se mostrar também o que faz de bom", afirmou em entrevista ao podcast "Cara a Tapa".
Postura parcial da emissora
Sobre o jornalismo da Globo, emissora na qual trabalhou por mais de 20 anos, Malvino opina que sente falta de uma postura "imparcial" diante da campanha política. "Eu falo de peito aberto: Eu acho que o jornalismo tem que isento. Não pode tomar lado de maneira alguma. Quem tem que formar a consciência é a pessoa, que tem que ter acesso aos dois lados da moeda".
Vale lembrar que em 2020, após ter votado em Bolsonaro, Malvino afirmou que se decepcionou com a postura do presidente sobre temas como cultura e meio ambiente. “Não sou daquela coisa de me abster, votar em branco ou nulo. Acho que a gente precisa votar. O meu voto naquele momento foi um voto pragmático, foi uma escolha que eu fiz diante do que eu via, da minha insatisfação com quem poderia entrar no poder [PT]. Mas isso não quer dizer que eu apoie a outra pessoa [Bolsonaro]”, afirmou à publicação.
O próprio Malvino afirma que atualmente há “uma tentativa de vilipendiar a cultura”. “Não entendem que é preciso haver fomento. É preciso se pensar na cultura como se pensa no agronegócio e em outras áreas importantes, é preciso injetar dinheiro. O que me angustia nesses últimos anos é perceber uma violência desmedida e descabida contra ela. Virou a Geni”, disse.
O intérprete critica o tratamento dado, por exemplo, à Lei Rouanet, sempre citada por quem acha que o governo não deve incentivar produções culturais. “Virou como se fosse uma coisa do diabo, onde as pessoas ganham dinheiro adoidado, e não é assim. A gente sabe que existem distorções, sim, é preciso corrigir, mas tem uma infinidade de gente que vive da cultura através de incentivos fiscais”, analisou.
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