Delegada diz que versão dada por defesa de suspeitos de assassinar auditor da Sefaz ‘não se sustenta’

A delegada Rosimeire Vieira, responsável pela investigação sobre a morte do auditor fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado de Alagoas, João de Assis Pinto Neto, afirmou ao programa Fique Alerta, da TV Pajuçara/Record TV, que a versão apresentada pela defesa dos suspeitos de envolvimento no assassinato do servidor público, de que ele estaria cobrando propina aos envolvidos, não se sustenta.
Segundo ela, as pessoas ouvidas sequer citaram essa possibilidade de extorsão. Além disso, testemunhas que estavam no local informaram que a finalidade do auditor da Sefaz era simplesmente cumprir seu papel de fiscalizar, visto que ele estava “com bloco de notas, notebook, fazendo fotografias e registros, o que demonstra que a intenção dele, de fato, era agir conforme a lei", disse a responsável pelo caso.
Câmeras de monitoramento da região estão sendo analisadas minuciosamente. Elas registraram a movimentação no entorno do estabelecimento comercial, desde a chegada do servidor ao local até o momento em que o corpo é levado, juntamente com o veículo da Sefaz.
Suspeitos presos
Três pessoas já foram presas, suspeitas de assassinar João de Assis Pinto Neto. Os irmãos João Marcos Gomes Araújo, Ronaldo Gomes de Araújo, e o outro, identificado como Ricardo, capturado no bairro Tabuleiro do Martins, nesta quinta-feira (1).
O Caso
O auditor fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), João de Assis Pinto Neto foi assassinado e teve o corpo carbonizado no dia 26 de agosto, em um canavial no bairro Benedito Bentes, em Maceió.
O carro do servidor público foi encontrado em outro ponto do bairro.
A polícia descobriu o contexto da morte do auditor através do celular da vítima, que foi jogado pelos criminosos em um terreno na cidade de Rio Largo. Um pedestre encontrou o celular e atendeu a ligação dos familiares, que estavam telefonando para o número incessantemente.
*Com informações de TNH1
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