Cinco motivos que transformaram Bom Dia, Verônica numa febre na Netflix

Após um período com muitas críticas em suas séries originais, a Netflix Brasil voltou a ser protagonista de uma produção nacional transformando-se automaticamente em febre entre o público. Trata-se de Bom Dia, Verônica, série baseada no livro homônimo e que foi lançado no mês de outubro na plataforma de streaming e rapidamente virou alvo de elogios de crítica e do telespectador em geral.
A série acompanha o dia a dia de Verônica Torres (Tainá Muller), uma escrivã da polícia civil, que começa a investigar crimes cometidos contra mulheres e que a levam para uma conspiração que pode colocar a vida dela em risco. Original da Netflix, a série é produzida pela Zola, produtora que tem a atriz Cláudia Abreu como sua diretora de conteúdo.
ELENCO GLOBAL
Embora original da Netflix Brasil, a série tem um elenco de peso e global. Além de ser protagonizado por Tainá Muller, que também está no ar atualmente na reprise de Flor do Caribe, a produção conta ainda com pelo menos mais duas figurinhas tarimbadas em papéis de peso nas tramas da emissora carioca: Du Moscovis e Camila Morgado.
Além disso, o restante do elenco é formado por diversos atores e atrizes que já são conhecidos do grande público, por conta de seus trabalhos na TV aberta, principalmente na Globo. É o caso de Adriano Garib, o eterno Russo de Salve Jorge (2013) e que também ganha papel importante, embora coadjuvante, além de Elisa Volpato, que alcançou o sucesso em Assédio (2018).
HISTÓRIA ELETRIZANTE
Mas apenas um elenco não costuma sustentar o público por mais do que um episódio. É o caso de Bom Dia, Verônica, que mantém a atenção do público com uma história eletrizante. Enquanto a escrivã protagonista da história tenta ajudar mulheres enganadas por um estelionatário, ela acaba descobrindo uma história muito maior e dá de cara com um serial killer.
Sem medo de esconder a história, os oito episódios da primeira temporada mostram que a série não tem problema em avançar com direito a perseguições, tiroteio e, claro, muitas mortes. E não se tratam de mortes de personagens menores, como costuma acontecer em produções do tipo, mas de quem é fundamental para a narrativa da temporada, o que mostra coragem.
VILÃO DE NOVELA
Du Moscovis vem sendo considerado por grande parte do público e da crítica como impecável no papel do policial militar Brandão. O vilão da primeira temporada de Bom Dia, Verônica é tão mau, mas tão mau, que parece desses saídos diretamente de telenovela e capaz de provocar os mais variados tipos de sensações do telespectador, como assediar, violentar e destruir a vida da própria esposa.
Brandão é um serial killer típico de séries do tipo, ao mesmo tempo que é puramente mau, ou seja, o arquétipo do vilão de novela está presente e o público brasileiro se familiariza rapidamente. O ator foi bastante elogiado nas redes sociais por conta de seu trabalho, bem diferente das críticas que ele e todo mundo recebeu em seu mais recente trabalho na Globo, a novela O Sétimo Guardião (2019).
HEROÍNA
Verônica não é uma mocinha de novela, mas é uma heroína. Uma espécie de Carrie (Homeland) versão tupiniquim e que não tem medo de enfrentar o sistema para encarar a situação de frente e acabar com o vilão. Mas a personagem é multifacetada e enfrenta problemas nas relações familiares - outra aposta folhetinesca que acaba atraindo os olhares dos brasileiros.
Com direito a rivalidade feminina entre ela e Anita (Eliza Volpato), a personagem é o escape de todos os equívocos que outros personagens possuem na temporada, mas se engana quem pensa que, por causa disso, ela acerta o tempo todo. Este, aliás, é um dos charmes de Bom Dia, Verônica.
TEMA MODERNO
Colocar uma mulher como investigadora de um crime não chega a ser algo inovador, já que a TV americana faz isso há algum tempo com produções como CSI, Arquivo X, Cold Case e tantos outros. Mas uma mulher que caça um serial killer, acusado de violar, torturar e assassinar mulheres, torna o tema de Bom Dia, Verônica algo moderno porque dá empoderamento para o sexo feminino.
E não se trata de militância com discursos vazios ou números jogados para o público, como costuma acontecer em produções nacionais. A série se preocupou em mostrar ao público o que acontece, sem necessariamente explicar e, com isso, o tema moderno acabou ganhando dramaturgia.
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