Alfredo Gaspar anuncia novas operações contra sonegadores fiscais em Alagoas
Durante entrevista, manhã desta quarta-feira (27), o procurador-geral de Justiça de Alagoas Alfredo Gaspar Mendonça Neto informou que foi criado um grupamento especial para combater sonegações ficais em Alagoas, e que já existem investigações em curso.
"Temos três operações em curso e mais quatro em andamento, que vão combater aqueles que têm lucros enormes através de fraudes. E com essas ações nós visamos prestigiar aquele cidadão que trabalha honestamente e ganha seu dinheiro com esforço", explicou Alfredo.
O procurador-geral disse ainda que nomeou mais dois promotores para integrar o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), para que com um número maior, eles possam se antecipar às ações criminosas e, assim, combatê-las de forma mais eficaz.
"Após as novas nomeações, o Gecoc tem agora 7 promotores, que é um número excelente para continuarmos os trabalhos de investigações. Agora, iremos investir na questão de ferramentas para trabalharmos melhor", disse ele.
Sobre a questão de ferramentas para ajudar com as investigações, Alfredo Gaspar informou que o Ministério Público não tem orçamento para adquirir softwares sofisticados e avançados como os que são utilizados na Lava Jato, porém, eles têm acesso à softwares que conseguem desempenhar um bom papel.
"Não temos condições de adquirir aparelhos como os que são usados na Lava jato, mas com os que temos acesso, conseguimos fazer os cruzamentos de dados necessários e dar continuidade às investigações", explicou Gaspar.
Com relação ao julgamento do deputado João Beltrão, Alfredo Gaspar foi enfático ao dizer que vai levar a denúncia até o fim. "O Ministério Público denunciou o réu três vezes por homicídio, todos eles com mandados. O que vem causando a demora na conclusão do caso é o fato de o réu ser detentor de foro por prerrogativa de função e sua imunidade. Mas tenho certeza que com base nas provas dos autos, vamos conseguir o resultado que esperamos", disse o procurador-geral.
Sobre os casos de corrupção na Assembleia Legislativa do Estado, Alfredo informou que não só os deputados são fiscalizados, mas também os servidores públicos. Ele demostrou preocupação com as ações que ainda não obtiveram um desfecho.
"Nós já realizamos várias ações relacionadas à corrupção, mas muitas delas estão paradas em 1º grau, o que é bastante preocupante. Nós precisamos chegar a algum desfecho, seja ele para provar a inocência ou para condenar", disse Gaspar.
Mortes em confronto
Por fim, ele comentou o fato dos excessos envolvendo policias e bandidos no estado, dizendo que esse tipo de caso deve ser apurado, mas que é importante lembrar que não é em todos os casos que o policial é culpado por excesso e deve ser julgado.
"Se houver excesso durante uma ação policial, e este for confirmado, haverá uma punição correta para o caso. Não podemos deixar que esse discurso fácil de que o policial é sempre o culpado e deve ser punido prevaleça. Ele está ali para cumprir uma ordem, que é proteger a sociedade. Quando o policial vai para a linha de frente, ele fica vulnerável e corre riscos, então se a situação exigir, ele deverá agir da melhor forma. O que não pode ocorrer é o policial sair de casa com o intuito de matar", disse o procurador-geral.
"Temos três operações em curso e mais quatro em andamento, que vão combater aqueles que têm lucros enormes através de fraudes. E com essas ações nós visamos prestigiar aquele cidadão que trabalha honestamente e ganha seu dinheiro com esforço", explicou Alfredo.
O procurador-geral disse ainda que nomeou mais dois promotores para integrar o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), para que com um número maior, eles possam se antecipar às ações criminosas e, assim, combatê-las de forma mais eficaz.
"Após as novas nomeações, o Gecoc tem agora 7 promotores, que é um número excelente para continuarmos os trabalhos de investigações. Agora, iremos investir na questão de ferramentas para trabalharmos melhor", disse ele.
Sobre a questão de ferramentas para ajudar com as investigações, Alfredo Gaspar informou que o Ministério Público não tem orçamento para adquirir softwares sofisticados e avançados como os que são utilizados na Lava Jato, porém, eles têm acesso à softwares que conseguem desempenhar um bom papel.
"Não temos condições de adquirir aparelhos como os que são usados na Lava jato, mas com os que temos acesso, conseguimos fazer os cruzamentos de dados necessários e dar continuidade às investigações", explicou Gaspar.
Com relação ao julgamento do deputado João Beltrão, Alfredo Gaspar foi enfático ao dizer que vai levar a denúncia até o fim. "O Ministério Público denunciou o réu três vezes por homicídio, todos eles com mandados. O que vem causando a demora na conclusão do caso é o fato de o réu ser detentor de foro por prerrogativa de função e sua imunidade. Mas tenho certeza que com base nas provas dos autos, vamos conseguir o resultado que esperamos", disse o procurador-geral.
Sobre os casos de corrupção na Assembleia Legislativa do Estado, Alfredo informou que não só os deputados são fiscalizados, mas também os servidores públicos. Ele demostrou preocupação com as ações que ainda não obtiveram um desfecho.
"Nós já realizamos várias ações relacionadas à corrupção, mas muitas delas estão paradas em 1º grau, o que é bastante preocupante. Nós precisamos chegar a algum desfecho, seja ele para provar a inocência ou para condenar", disse Gaspar.
Mortes em confronto
Por fim, ele comentou o fato dos excessos envolvendo policias e bandidos no estado, dizendo que esse tipo de caso deve ser apurado, mas que é importante lembrar que não é em todos os casos que o policial é culpado por excesso e deve ser julgado.
"Se houver excesso durante uma ação policial, e este for confirmado, haverá uma punição correta para o caso. Não podemos deixar que esse discurso fácil de que o policial é sempre o culpado e deve ser punido prevaleça. Ele está ali para cumprir uma ordem, que é proteger a sociedade. Quando o policial vai para a linha de frente, ele fica vulnerável e corre riscos, então se a situação exigir, ele deverá agir da melhor forma. O que não pode ocorrer é o policial sair de casa com o intuito de matar", disse o procurador-geral.
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