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Antonio Albuquerque diz que CPI da Pandemia é imoral e defende Bolsonaro

Antonio Albuquerque (PTB) fez duras críticas à CPI da Pandemia do Senado Federal e defendeu a política do Governo Federal no combate à Covid-19. Na sessão desta quarta-feira (19), o deputado declarou que a CPI não tem outra finalidade, a não ser de tentar produzir efeitos políticos.
“Essa CPI é extremamente desnecessária e, a meu ver, imoral”, disse.
Albuquerque falou ainda que a CPI não tem respeitado o povo e nem ajudado o País a superar a pandemia. O deputado também afirmou que fez uso da cloroquina.
“Fiz uso da cloroquina e estou convencido de que ela me serviu”, destacou.
O deputado afirmou que não existe nenhum remédio que tenha em sua bula uma autorização para prescrição contra a Covid-19.
Em seu pronunciamento, Albuquerque ainda defendeu o presidente da República, Jair Bolsonaro, mesmo dizendo que discorda dele em alguns assuntos.
“Acusam o presidente da República, que divirjo em algumas coisas, de que não trouxe a vacina para o povo brasileiro. A Pfizer esteve na CPI e disse que o registro para essa vacina só esteve à disposição da população brasileira agora em fevereiro”, declarou.
Por fim, o deputado questionou os números apresentadas à população pela imprensa.
“Transformam, de maneira criminosa, uma pandemia numa bandeira de luta política desrespeitosa. Não posso ficar assistindo discursos vazios e demagogos, sem nenhum cunho de moralidade. Essa minha indignação é também a de um percentual muito grande da população alagoana e brasileira”, concluiu.

Paulo Marcello
Natural de São Paulo (SP), é radialista profissional desde 1988, animador de eventos, mestre de cerimônias e DJ. Reside em Arapiraca (AL), onde apura os bastidores da política alagoana.
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